Um mergulho no silêncio

Postado por Mariana Monteiro da Silva terça-feira, 31 de julho de 2012 1 comentários


Esvaziar a mente e conectar-se com o eu interior requer disciplina e força de vontade.

Por que é tão difícil aquietar a mente? 
Nas definições encontradas de meditação, uma das condições para meditar é esvaziar a mente de pensamentos e mergulhar num silêncio interior para se conectar com o universo. Porém, para a maioria das pessoas, isso não é uma tarefa fácil e requer aprendizado. O cérebro nunca para de trabalhar. Portanto, deixar as preocupações de lado e se desligar dos problemas são exercícios que exigem disciplina e força de vontade. Um dos erros mais comuns é confundir meditação com religião ou com algo que exige mudança prévia ou simultânea. Isso porque a meditação faz parte das práticas de algumas religiões, como a budista, e a ideia de monges de cabeça raspada em mosteiros é uma das mais lembradas quando se fala sobre o tema.

Todos estão aptos a aprender a meditar, independentemente de idade, sexo e formação cultural. Geralmente há aqueles que acham que nunca vão conseguir, mas acabam aprendendo rapidamente. Para quem tem dificuldade, há algumas terapias corporais e alguns exercícios que facilitam o aprendizado, como o próprio yoga e técnicas respiratórias.

O tempo e a frequência da meditação variam de acordo com cada um. Entretanto, quem medita todos os dias sente os benefícios mais rapidamente do que aquele que só o faz de vez em quando.

Há algumas âncoras, o que deve ser o foco da sua atenção, que irá lhe ajudar na sua prática como por exemplo a atenção voltada na respiração abdominal, no movimento do vai e vem do abdômen. Durante toda a técnica, mantenha o foco da atenção fora da cabeça permanecendo com toda a atenção (observação sem julgamento) no abdômen e no ritmo respiratório. Evite se mexer, se coçar, se balançar ou fazer qualquer movimento.
Se algum pensamento vier e lhe distrair, assim que perceber, calmamente, sem raiva, sem força, sem violência volte ao foco da atenção (âncora) no abdômen a na respiração.


Pratique o mais regularmente possível e evite criar expectativas e não tente interpretar quaisquer eventuais efeitos.

_/\_ Namaste

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Risoto de abobrinha

Postado por Mariana Monteiro da Silva segunda-feira, 30 de julho de 2012 4 comentários

Olá pessoal do blog! Vocês votaram em nossa enquete e o resultado vencedor foi "receitas vegetarianas" como assunto que mais gostam de ver por aqui. Por isso vou procurar postar uma receita por semana feitas pelo meu namorado Rodrigo, sempre testadas e aprovadas por nós! Espero que gostem.

Risoto de abobrinha

Ingredientes (aprox. 4 porções):

1 xícara bem cheia de arroz carnaroli ou arbóreo
1/2 xícara de vinho branco seco
1 abobrinha tipo italiana pequena cortada em cubos
1/2 cebola picada
1 1/2 colher de sopa de manteiga sem sal
1 cubo de caldo de legumes diluído em 1 litro de água fervendo
sal e pimenta do reino a gosto


 
Modo de preparo:

Comece diluindo o caldo de legumes na água fervendo, quando o caldo diluir apague o fogo e mantenha ao lado da panela onde realizará o cozimento do arroz.
Em outra panela refogue a cedola picada em meia colher de manteiga até que a cebola fique transparente. Neste ponto jogue o arroz e mexa até que este incorpore a cebola e a manteiga e fique brilhante, adicione o vinho branco e siga mexendo até que o vinho tenha evaporado quase por completo.
A partir daí, toda vez que o arroz começar a secar, adicione uma concha do caldo de legumes ao cozimento. Siga mexendo e repetindo este processo até que o arroz esteja quase cozido, lembrando que o ponto do arroz carnaroli ou arbóreo, segue a linha das massas, al dente.
Neste momento adicione a abobrinha em cubos, uma pitada pequena de sal, e siga mexendo e adicionando caldo até que o arroz finalize o cozimento, e a abobrinha esteja macia por fora, porém ainda firme e crocante.
Desligue o fogo, corrija o sal e adicione pimenta do reino moída na hora a gosto. Neste momento coloque uma colher de manteiga por sobre o risoto e tampe a panela, deixe que o calor do arroz derreta a manteiga, o que dará brilho e maciez ao prato. Misture e sirva.

Sugestão: servir o risoto com um pouco de pimenta do reino moída na hora, folhas de rúcula rasgadas grosseiramente em cima do risoto, um fio de azeite e queijo parmesão ralado na hora.

_/\_ Namaste (neste caso é melhor Bom Apetite!)

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Consciência animal

Postado por Mariana Monteiro da Silva sábado, 28 de julho de 2012 1 comentários


"Não é mais possível dizer que não sabíamos", diz Philip Low

Neurocientista explica por que pesquisadores se uniram para assinar manifesto que admite a existência da consciência em todos os mamíferos, aves e outras criaturas, como o polvo, e como essa descoberta pode impactar a sociedade. O neurocientista canadense Philip Low ganhou destaque no noticiário científico depois de apresentar um projeto em parceria com o físico Stephen Hawking, de 70 anos. Low quer ajudar Hawking, que está completamente paralisado há 40 anos por causa de uma doença degenerativa, a se comunicar com a mente. Os resultados da pesquisa foram revelados no último sábado (7) em uma conferência em Cambridge. Contudo, o principal objetivo do encontro era outro. Nele, neurocientistas de todo o mundo assinaram um manifesto afirmando que todos os mamíferos, aves e outras criaturas, incluindo polvos, têm consciência. Stephen Hawking estava presente no jantar de assinatura do manifesto como convidado de honra. Low é pesquisador da Universidade Stanford e do MIT (Massachusetts Institute of Technology), ambos nos Estados Unidos. Ele e mais 25 pesquisadores entendem que as estruturas cerebrais que produzem a consciência em humanos também existem nos animais. "As áreas do cérebro que nos distinguem de outros animais não são as que produzem a consciência", diz Low, que concedeu a seguinte entrevista ao site de VEJA.

Leia a matéria completa no link: http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/nao-e-mais-possivel-dizer-que-nao-sabiamos-diz-philip-low

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Praticando yoga 24 horas por dia.

Postado por Mariana Monteiro da Silva sexta-feira, 27 de julho de 2012 0 comentários


Praticando yoga 24 horas por dia.

O prof. Marcos Rojo costumava dizer em suas aulas que yoga se pratica 24h por dia e não às terças e quintas das 7 às 8 da manhã. No começo é difícil entender o que isso realmente significa. 
Dedicar um período do seu dia para fazer uma aula de yoga ou sua prática pessoal é um exercício para despertar o yoga dentro de você e o começo pra estender essa vivência ao seu dia-a-dia. Não, não é um caminho fácil. Mas se respirar melhor e expandir seu corpo em diferentes posturas, já traz uma sensação de bem-estar, viver o yoga significa entrar em contato com aquilo que todos nós buscamos: a felicidade. 

Praticar sobre seu tapetinho é como uma metáfora da vida. As posturas mais difíceis podem se colocar como uma impossibilidade ou ter o gosto bom de um desafio. Olhar dentro de si pode trazer inquietude, medo ou aguçar a sede da descoberta. Trabalhar o corpo nos abre muito mais do que possibilidades físicas. Até porque não somos um ser dissociado. Corpo, mente, emoção, espírito: somos tudo isso junto. E o que pensamos, o que sentimos, pulsa no corpo.

Coloco-me numa postura. Permaneço nela. Sinto. Consigo alcançar as canelas.... Será que posso um pouco mais? Até quando persisto? Insisto? Desisto? Tento um pouco mais? Onde está meu limiar? Nesse diálogo interno aparentemente banal me deparo com questões existenciais mais profundas. Como me deparo frente às dificuldades? Por que quero ir além? Se o corpo dói, como aceito minhas próprias limitações? 
Cultivar o contentamento, a perseverança, o amor, a busca pelo autoconhecimento, a veracidade são alguns dos alicerces da prática. E como filosofia prática que é, o yoga nos ensina isso desde que nos colocamos sobre nossos tapetes. Como respeito meus limites? Como me aceito da forma que sou? Como me porto diante do novo, dos desafios, das dificuldades? 

Cada dia a prática se revela de uma forma. Ainda que façamos continuamente uma mesma sequência de posturas, ela será sempre diferente. Um dia parecerá tudo fácil e fluido, em outro, é possível que você sinta dificuldade em algumas posturas ou que a prática lhe pareça pesada. Um dia a respiração virá naturalmente ampla e profunda, em outros, curta e acelerada. 
Perceber, sentir, entender os padrões do corpo, interfir, permitir-se novas perspectivas e novas posturas nos possibilita um novo olhar diante da vida. 
O quanto me coloco assim presente em outras situações do meu dia? No calor de uma discussão sei dizer como está minha respiração? Como organizo meu corpo, me defendo, me imponho, me entrego? Posso intencionalmente mudar esses padrões automáticos de reagir?
E é aí que começam os grandes desafios. De repente, quando sua prática de terças e quintas parece ir super bem, seu corpo está mais flexível e você parece respirar melhor, lá fora, distante do seu tapetinho, as coisas não parecem tão bem. Dá vontade de ficar ali mais um tempo, sem o burburinho que vem de fora. Acontece que a sua prática não está dissociada das coisas a sua volta. Manter um estado de presença diante dos altos e baixo da vida e poder agir e não reagir, é fazer do yoga parte da sua vida. 

Como lidar com a dor? Como lidar com a perda, com problemas de relacionamento, com o medo, com as incertezas de um futuro próximo? Até onde posso avançar? Insisto? Desisto? Onde está meu limiar? Às vezes as perguntas são as mesmas.... Mas lidar com os desafios da vida parece infinitamente mais difícil. 
Nesses momentos turbulentos são os alicerces da prática que nos sustentam. Podemos nos sentir acolhidos num sentimento de compaixão ou alimentados de um fogo interno, que nos purifica e nos permite transpor os desafios. Nesse exercício contínuo de viver o yoga, ele vem e vai.

Nessas horas, o tapetinho é meu refúgio, mas não minha fuga. Ali, dói também o corpo. Mas a energia gerada por tantos anseios, dúvidas, mágoas e receios, se recicla, se renova, se transforma. Quase como uma prece, me entrego, respiro, espero. E as respostas vêm.

(Por Vanessa Malagó)

_/\_ Namaste

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Vegetarianos são saudáveis

Postado por Mariana Monteiro da Silva quinta-feira, 26 de julho de 2012 0 comentários


Pessoas que não comem carne são mais magras, têm menos diabetes e colesterol mais controlado.

Ser vegetariano num país que tem como pratos tradicionais feijoada e churrasco não é tarefa fácil. Os que decidem abster-se de comer carne enfrentam muitos preconceitos e desconhecimento. Porém, estudos em várias partes do mundo têm mostrado que vegeterianos não têm a saúde frágil, como muita gente acredita. Pelo contrário, eles são mais magros e saudáveis.
Esse é apenas um dos vários equívocos que cercam o não consumo de carne. Para começar, o próprio conceito de vegetarianismo não é muito claro. É considerado vegetariano quem não consome nenhum tipo de carne, seja vermelha ou branca. Portanto, quem come só peixe ou frango não pode receber o título. Mas entre os vegetarianos também existem algumas variações, como explica a nutricionista clínica Roberta Soriano: “Os lactovegetarianos consomem leite e derivados em sua dieta; ovolactovegetarianos utilizam ovo, leite e derivados na alimentação; já veganos ou “vegans” não consomem nenhum tipo de alimento de origem animal”.
Independente da opção, a especialista recomenda para todos os vegetarianos um acompanhamento nutricional para garantir a alimentação balanceada e prevenir a carência de vitaminas e minerais e, assim, blindarem-se contra possíveis males.
Segundo um relatório publicado em 2003 pela Associação Dietética Norte-americana, vegetarianos têm 50% menos risco de apresentar diabetes, menos doenças cardíacas, seus níveis de colesterol geralmente são mais controlados, assim como a pressão arterial.

Poucos sabem, mas o norte-americano Carl Lewis, um dos maiores medalhistas olímpicos, era vegano e Éder Jofre, maior nome do boxe brasileiro, é vegetariano. Dois exemplos que mostram que não consumir carne não é sinônimo de fragilidade.


_/\_ Namaste.



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Respire!

Postado por Mariana Monteiro da Silva quarta-feira, 25 de julho de 2012 0 comentários


Respire!

Uma das consequências positivas da respiração correta é o pensamento mais claro e maior concentração.
Todos nós sabemos que o oxigênio é vital para o organismo humano, mas o que a maioria não sabe é que respiramos de maneira errada, principalmente nos momentos de stress e tensão. Observe os bebês e você perceberá que eles respiram pelo abdômen, enquanto os adultos o fazem pelo tórax. Mas há técnicas para reaprender a respirar como os bebês, ou seja, encher os pulmões de ar e expirar com ritmo a partir do diafragma – o músculo com formato de cúpula que fica entre o peito e cavidade abdominal.
Quando respiramos de maneira correta, o diafragma move-se na respiração abdominal e todos os órgãos internos são massageados, pois o sangue fresco circula entre eles com muito mais oxigênio, principalmente no coração. Empurramos os intestinos para frente, criando um espaço maior na região inferior dos pulmões para o ingresso de ar. A respiração profunda aumenta o consumo de oxigênio e a geração de energia em relação à respiração curta. Outro benefício é que pensamos de forma mais clara e concentrada, portanto um dos aspectos importantes para a redução do stress é a respiração. Pessoas em tratamento de síndrome do pânico, insônia e medo de falar em público apresentam melhora de até 100% com exercícios de respiração, meditação, relaxamento e outras técnicas. Estas pessoas apresentam uma respiração curta e rápida, utilizando apenas a parte superior do tórax, além de sinalizarem excesso de suor e tensão muscular em situações de ansiedade e stress. 
Mas por que isso acontece? 
Porque o mecanismo de respiração é bastante sensível e muda quando há alguma alteração física e emocional. Se a pessoa vive uma situação de stress, medo ou ansiedade constante, provavelmente já desenvolveu vários padrões respiratórios errados. Mas, através de exercícios apropriados, é possível aprender a respirar corretamente pelo diafragma – prática que relaxa e acalma.

Descubra os primeiros sinais

Quando se respira mal, um dos primeiros sinais é a respiração rápida e curta, na parte superior do tórax, com muitos suspiros profundos e deglutição de ar ("engolir o ar"), o que pode levar a pessoa a prender a respiração. Quando se faz exercícios físicos rigorosos também se altera o ritmo da respiração, mas esta deve voltar ao padrão em alguns minutos. Numa situação de tensão ou pânico o que pode ocorrer é a hiper-ventilação. Os sintomas são tonturas, desmaios e pontadas nos membros. Isso acontece por que o cérebro recebe mensagens erradas e responde aumentando a falsa demanda de oxigênio do corpo. Há casos hiper-ventilados crônicos que desenvolvem sintomas mais graves, como dores no peito, distúrbios visuais, entorpecimento e dificuldades para dormir. Daí a importância de praticar yoga e fazer controles respiratórios, algumas vantagens da respiração abdominal ou diafragmática incluem maior nível de relaxamento, aumento da retenção de energia, da capacidade de lidar com o stress e de controlar as emoções. A pessoa também pode se concentrar melhor no momento presente, no que acontece aqui e agora.

Pranayamas

Uma parte do yoga dedica-se aos pranayamas, que derivam de duas palavras em sânscrito, prana , que significa "alento", um tipo de energia contida no ar que respiramos, e yama , que quer dizer "dilatação ou controle". Portanto pranayama é a técnica de controle do prana contido no ar e que, quando o inalamos, funciona como uma energia vital. São técnicas respiratórias específicas que visam dar equilíbrio emocional, psicológico e do sistema nervoso, fazendo com que a pessoa tenha mais saúde, disposição, vitalidade e energia interior. A respiração deve ser feita somente com inspiração e expiração pelas narinas, de forma calma, suave e profunda. Enquanto estiver fazendo o pranayama, o praticante deverá manter sua atenção voltada para a própria respiração. O exercício pode ser realizado com a pessoa sentada, deitada ou em pé e pode ser feito em qualquer horário do dia. O importante é ter ponderação, moderação e bom senso, respeitando seus limites e possibilidades. As sequências podem ser feitas
de manhã, à tarde ou à noite.

Para combater o stress 

ideal é relaxar por cinco minutos no mínimo, antes de iniciá-lo. 
Sente-se em uma cadeira ou em postura confortável, encostando as costas no espaldar da mesma e endireitando a coluna. A cabeça deve ser mantida na posição vertical, mas sem forçar. Feche os olhos e coloque ambas as mãos sobre as coxas, afastando os pés na medida dos ombros. Inicie a respiração somente pelas narinas, mas inspirando de forma vigorosa e inalando o máximo de ar possível. Solte o ar rapidamente também pelas narinas o que irá causar um ruído e uma sensação diferente no organismo. Repita esse tipo de respiração por diversas vezes sempre com muito conforto. Ao concluir o pranayama, relaxe por mais cinco minutos.
Benefícios: esta técnica combate o cansaço e o stress, já que fortalece os sistemas imunológicos e terminal periférico. Por outro lado, elimina toxinas da corrente sanguínea e do sistema linfático e plasmático, restabelecendo a saúde e a vitalidade do praticante. 

Para equilibrar o sistema emocional

Sente-se confortavelmente como no pranayama anterior.
Antes de iniciar relaxe por alguns minutos, mantendo-se em silêncio interior. Inicie como sempre, respirando de forma calma, suave e profunda, somente pelas narinas. Não tenha pressa e concentre-se na sua respiração. Após algumas respirações completas e suaves, você irá proceder da seguinte forma: inspire lentamente por ambas as narinas, feche ( ou bloqueie) com o polegar direito a narina direita e, muito devagar, solte o ar, somente pela narina esquerda, após inspirar pela narina esquerda repita o mesmo processo, porém bloqueando a narina esquerda com os dois últimos dedos e soltando o ar, lentamente, pela narina direita. Todo esse processo poderá ser realizado por diversas vezes para cada uma das narinas, sendo sempre muito agradável.
Benefícios: este controle respiratório, além de trazer grande equilíbrio emocional, também acalma o praticante internamente, combate a insônia e ajuda a evitar alterações no sistema nervoso.


_/\_ Namaste.

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Vai uma saladinha?

Postado por Mariana Monteiro da Silva terça-feira, 24 de julho de 2012 0 comentários


VAI UMA SALADINHA?


Saiba as principais vantagens de se tornar vegetariano. 

Um dos princípios filosóficos do yoga é a não-violência e, por causa disso, muitos yogues se tornam vegetarianos, posicionando-se contra a matança de animais. Quem começa a praticar, muitas vezes, fica em dúvida se deve ou não cortar a carne da dieta. Mas, afinal, é preciso seguir alguma alimentação especial para conseguir melhores resultados com o yoga?
Tornar-se vegetariano é uma opção individual, é preciso ter uma alimentação mais saudável e equilibrada, comer o suficiente e com qualidade. O yoga proporciona uma consciência corporal e isto leva a um estilo de vida mais natural, se a pessoa come muito, isto pesa no estômago, e a prática tem que dar uma sensação de leveza.
Equilíbrio e bom senso são inseparáveis. Entre os benefícios de ser vegetariano, está a estabilidade do peso, e o sentir-se mais disposto. Além da questão da saúde, existe a causa com o aspecto ecológico, o não estar de acordo com a matança de animais.
A dieta ideal é aquela onde há o bom senso. O peixe, o frango, e a carne vermelha são fontes de proteínas, vitamina B12 e outras substâncias que são muito importantes para a saúde e o vegetariano precisa consumir certos alimentos para repôr esta carência. Para quem resolve tornar-se vegetariano, é aconselhável buscar ajuda de um médico ou nutricionista para que seja preparada uma dieta adequada, o ideal é que vá cortando a carne aos poucos e substituindo-a por alimentos ricos em proteínas, como o feijão, certos aminoácidos e vitaminas. Dependendo do caso, é recomendável a ingestão de suplementos vitamínicos.
Esse tipo de alimentação também traz outros benefícios à saúde, quem não come carne tem menos risco de desenvolver doenças cardiovasculares, as dietas vegetarianas trazem resultados positivos para a saúde daqueles que a adotam. 

Vegetarianismo tem contra-indicações? 

Qualquer pessoa pode se tornar vegetariana, até mesmo um bebê, mulheres grávidas e idosos, desde que se tome certas precauções e se tenha uma dieta adequada.
Quem decide cortar a carne, deve buscar orientação e informações através da literatura especializada ou de um nutricionista. A falta de ferro pode se transformar numa anemia e quem decide se tornar ovo-lacto-vegetariano deve tomar cuidado com a taxa de colesterol. Outros são o Ômega 3 e a vitamina B12, essa última encontrada só na carne, por isso, é essencial que o vegetariano saiba o que está comendo e qual é a necessidade diária para não se tornar anêmico ou desenvolver outras doenças.

Quais são os tipos de vegetarianos? 

Ovo-lacto-vegetariano, este grupo consome ovo e laticínios, excluindo apenas do cardápio a carne. 

Lacto-vegetarianos, consomem laticínios e derivados do leite e excluem os ovos, muitas vezes, porque este alimento contém elevado nível de colesterol. 

Veganos, este grupo excluiu qualquer sofrimento ao animal, não consumindo nenhum produto de origem animal, inclusive gelatina e mel. Os veganos vão além da questão alimentar, abstendo-se também do consumo de lã, couro e cosméticos que contenham derivados animais ou que tenham sido testados em animais.

_/\_ Namaste.

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Novidade!

Postado por Mariana Monteiro da Silva domingo, 22 de julho de 2012 3 comentários

Novidade!

Blog de cara nova!!
Espero que gostem.

_/\_ Namaste.

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Almoço Vegetariano

Postado por Mariana Monteiro da Silva 2 comentários

Olá pessoal!

Conforme vocês sabem, vou postar informações também sobre alimentação vegetariana. Esse foi meu almoço de hoje, uma polenta com molho bolonhesa a base de proteína de soja. Muito gostosa!
O prato não é vegano pois leva manteiga, ingrediente com origem animal, mas não leva carne!


Sempre que possível vou postar fotos de comidinhas vegetarianas, espero que vocês gostem!

_/\_ Namaste

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Yoga no Parque 22/07

Postado por Mariana Monteiro da Silva 0 comentários

Boa tarde,

Começamos bem a semana com uma prática de yoga no parque!
Em pouco tempo de aula, ja estávamos bem aquecidos pelo sol e pelas posturas!
Os alunos sempre presentes e novos alunos participando.
Segue uma foto do nosso encontro, lembrando que o próximo será dia 05 de agosto.


_/\_ Namaste.

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Convite

Postado por Mariana Monteiro da Silva sexta-feira, 20 de julho de 2012 2 comentários

Boa tarde pessoal!



Este é apenas um post simples, para lembrar a todos sobre a prática de yoga que teremos neste domingo (22/07) a partir das 9:30hs no Pq. Campolim. A prática é inteiramente gratuita e não necessita de cadastro ou inscrição, é só chegar com seu mat, toalha, canga ou colchonete e participar!


Coloquei nossa agenda dos domingos na barra lateral direita do blog, vocês podem conferir atualizações e datas por lá.

CORREÇÃO: A agenda foi alterada para o lado esquerdo do blog.



Conto com a presença de todos!



_/\_ Namaste

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BEM-VINDO!

Postado por Mariana Monteiro da Silva quinta-feira, 19 de julho de 2012 1 comentários

Seja bem-vindo!

O intuito desse blog é levar informações para interessados em yoga e/ou vegetarianismo.


O yoga foi criado há mais de cinco mil anos, com o objetivo de aquietar a mente usando o corpo como instrumento proporcionando ao praticante a união do corpo, mente e a alma, indica o ato de dirigir e concentrar a atenção em alguma coisa para sua aplicação e uso. A maioria dos livros afirma ter surgido na Índia. Em geral, a palavra yoga significa união.



Diferentes motivos levam diversas pessoas a se tornar vegetarianas. Pelo planeta, metade das florestas tropicais do munfo foram destruídas para fazer pasto para criar gado para "alimentação", muitas espécies dessas florestas são extintas por ano devido à destruição. Pelas pessoas, os países africanos onde milhares morrem de fome exportam grãos para o primeiro mundo para engordar animais, milhões de casos de envenenamento são causados pela ingestão da carne, toneladas de grãos alimentam animais de corte, ao mesmo tempo milhares de pessoas morrem de fome a cada 6 segundos. Pelo animais, os animais sofrem dor e medo como nós, a matança é impiedosa e desumana, animal não é comida.


_/\_ Namaste

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QUEM SOU EU?

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Mariana Monteiro da Silva
Meu nome é Mariana, sou bacharel em Educação Física pela universidade Uirapuru Superior e pós graduada em Yoga pela FMU.
Meu primeiro contato com a filosofia aconteceu no período da faculdade, e pensei que além de apreciar o yoga como aluna, poderia passar adiante essa filosofia de vida. Ministro práticas há mais de cinco anos.
Sou vegetariana pelos animais desde então, e vejo o bem que fiz não só a eles, mas ao planeta também!

_/\_ Namaste.
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